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Palavras do mundo corporativo


As siglas em inglês como CEO, ASAP tornaram-se corriqueiras no dicionário do mundo executivo e se faz necessário conhecê-las. O inglês, por sinal, é a língua padrão de negócios internacionais. Para ajudá-lo a decifrar o idioma corporativo, fizemos uma seleção das palavras mais utilizadas no mundo corporativo.
 ASAP: “as soon as possible”, que significa “assim que possível”. É empregada no sentido de urgência, principalmente em e-mails.
 
Assessment: sofisticado serviço da área de Recursos Humanos que se propõe a mapear e estudar características dos profissionais.
 
Balance Scored Card: geralmente citado apenas como BSC, é um programa de gestão de desempenho da empresa.
 
Board: é a cúpula da empresa, onde as decisões estratégicas são tomadas.

Coffee break: literalmente pausa para o café. Tornou-se um momento obrigatório em eventos de negócios.
 
FYI: “for your information”, que significa “para sua informação”. Muito utilizado em e-mails, para colocar outras pessoas a par do assunto discutido no e-mail anteriormente, caráter informativo.
 
Goal: palavra com acepção de meta, objetivo.
 
Hands on: similar ao que nós, brasileiros, chamamos de “mão na massa”.

Headhunter: é quem recruta profissionais, especialmente executivos, no mercado. Trabalha com o objetivo de encontrar talentos profissionais para as empresas.
 
Management: gerenciamento, administração. É empregada nas mais diversas situações, sempre com o sentido de gerenciar ou administrar (um projeto, uma atividade, uma empresa).
 
Network: rede de relacionamento ou rede de contatos. Uma ferramenta importantíssima nos dias de hoje, especialmente para quem busca novas oportunidades profissionais.

Target: alvo, público-alvo.

Upgrade: elevação de nível, aprimoramento. Muito utilizada para quem consegue uma promoção, aumento no salário ou aumento de benefícios.
 
Equipe Cypress Intercâmbio Cultural
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Vantagens do Intercâmbio para a carreira

Não é novidade que o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e as empresas, mais exigentes. Assim como não é novo o pensamento de como um Intercâmbio Cultural pode contribuir e muito para o currículo de uma pessoa. Mas como especificamente?

“Ao sair da faculdade, jovens profissionais encontram um mercado cada vez mais competitivo e exigente. Requisitos que hoje vão além da formação superior, proatividade e comprometimento com a empresa.” Assim começa o artigo do portal Emprego Certo, do UOL, sobre as vantagens profissionais do intercâmbio. Ainda na introdução do texto, a autora ainda comenta: “Fluência numa segunda língua, cursos extracurriculares, maturidade, empreendedorismo - enfim, o que não faltam são requisitos que conseguem eliminar boa parte da concorrência - o que só é vantagem quando você não é a parte eliminada”.

Este cenário altamente exigente não é encontrado apenas por recém-formados, sendo também um desafio para profissionais que já estão no mercado. Diante disso, é crescente o número de pessoas que vêm apostando na em uma viagem de Intercâmbio Cultural, a qual tem grandes chances de trazer bons resultados. Sair do mercado por um tempo pode sim adiar a conquista de um novo emprego, "por outro lado, essa experiência poderá facilitar sua entrada no mercado de trabalho quando regressar, já que estará mais qualificado" – explica o headhunter Marcelo Cuellar, em reportagem da Info Online.

E quais os motivos de se considerar um profissional mais qualificado ao regressar de um Intercâmbio? O mais evidente é o domínio de outro idioma, tendo em vista que, como citamos anteriormente, o Intercâmbio Cultural é a forma mais rápida e garantida de se aprender uma língua estrangeira.

Entretanto, outros pontos também são valorizados em quem passa este tempo no exterior. O Portal Administradores.com afirma que “a experiência de viver em outro país proporciona ao profissional conhecer hábitos diferentes, com isso o intercambista precisa se adaptar a um novo ambiente, enfrentar desafios e crescer, como pessoa e profissional”. Essa capacidade de adaptação é um dos pontos que mais conta para os departamentos de Recursos Humanos de diversas empresas. “A adaptação os credencia a encarar desafios corporativos com sucesso” – reafirma o artigo.

Outros aspectos destacados por recrutadores são a coragem, a propensão a se arriscar e não se acomodar e a responsabilidade que são demonstrados por um profissional que encara um período longe de casa. A consultora da DBM, Irene Azevedo, em entrevista ao Emprego Certo, afirma que “essas características são necessárias todos os dias dentro das empresas”. Ainda no mesmo texto, a gerente da Foco Talentos, Renata Schimidt comprova, por exemplo, que “nos processos seletivos percebemos muito claramente a diferença entre jovens que já trazem essa experiência na bagagem e os que não tiveram essa oportunidade”. Além disso, quando questionadas, as entrevistadas não souberam pensar em aspectos que joguem contra a experiência.

Por sinal, dentre as opiniões encontradas, existe apenas uma ressalva, retirada também do Portal Administradores.com: “vale lembrar que o programa de intercâmbio não é a tão sonhada viagem para Disney, ou qualquer viagem que se vá a passeio para o exterior. O intercâmbio que vale como diferencial é o Intercâmbio Cultural no intuito de estudar e/ou trabalhar no país de destino, com isso permanecemos mais tempo no outro país e o resultado é a qualidade na troca que pode ser de experiências, cultural, comercial, entre outros sentidos”.

Pronto para encarar esta experiência e se desenvolver?

Equipe Cypress Intercâmbio Cultural

Intercâmbio: bom para qualquer idade

A versão online da revisa Veja publicou um excelente artigo sobre as vantagens e desvantagens da participação em um programa de Intercâmbio Cultural em diferentes momentos da vida, comprovando que a experiência pode ser um bom negócio em qualquer momento, desde que sejam observadas algumas dicas.



Adolescente
Prós: Experiência internacional precoce: são grandes as chances de o adolescente que fez intercâmbio se destacar por possuir bagagem cultural ampla, além de maior autonomia em relação aos pais.
Contras: Se não estiver focado no estudo, o intercambista pode se lançar somente a aventuras longe dos pais, como bebidas alcoólicas e drogas. Assim, além dos riscos evidentes, não trará nenhuma bagagem na volta.
Dicas: Evite contato com brasileiros. Só há um jeito de aprender um idioma estrangeiro satisfatoriamente: convivendo com estrangeiros.
Depoimento: 'O intercâmbio foi importante sob vários aspectos na minha formação, como o domínio de outro idioma. Além disso, me trouxe amadurecimento e autoconfiança, uma vez que estava longe dos meus pais e amigos, e tinha que resolver tudo sozinho', diz o radialista Marcelo Sayeg, de 28 anos, que morou um ano na Califórnia (EUA) quando tinha 17 anos’.

Universitário
Prós: Acumular bagagem cultural, experiência internacional e fluência de mais um idioma. Isso pode fazer diferença na carreira profissional que está prestes a se iniciar
Contras: Se apenas pensar em curtir os novos amigos e baladas, voltará ao Brasil com um ano de atraso, ficando para trás dos colegas aqui na busca por estágios e emprego
Dicas: Evite contato com brasileiros. Só há um jeito de aprender um idioma estrangeiro satisfatoriamente: convivendo com estrangeiros.
Depoimento: 'O intercâmbio enriqueceu meu currículo: eu já dominava inglês e fui para aprender francês. Além disso, o empregador sabe que sou uma pessoa versátil, que aprende fácil, conhece outras culturas e vence barreiras. Afinal, não é qualquer um que mora na casa de um desconhecido - como eu fiz', diz a analista de planejamento Vivian Cristina, de 23 anos, que passou seis meses em Montreal (Canadá).


Profissional em Início de Carreira
Prós: O intercâmbio é diferencial na luta por emprego, pois as empresas entendem que não precisarão fazer certos investimentos no funcionário - caso de curso de idiomas. As companhias supõem ainda que o profissional esteja antenado nas inovações vindas de fora - devido à experiência do intercâmbio.
Contras: Não é fácil arrumar um bom emprego no Brasil. A concorrência nessa faixa etária é forte e um ano fora pode significar uma perda enorme.
Dicas: É importante escolher um curso voltado para a área de formação. Fique no máximo um ano.
Depoimento: 'Sem o intercâmbio, eu não poderia concorrer à vaga que ocupo hoje, pois ela exige total fluência em inglês. A experiência do intercâmbio em si faz com que o mercado de trabalho enxergue o profissional de uma maneira diferente: tenho mais consciência e confiança para me relacionar com todo tipo de pessoa', conta o publicitário Fernando Garcia, de 24 anos, que estudou inglês em Dublin (Irlanda)’.

35-45 anos
Prós: Uma especialização ou curso de idiomas para aprimorar a fluência é extremamente positiva. Nessa etapa da carreira, unir experiência a bagagem internacional e fluência em mais de dois idiomas ajuda na ascensão profissional.
Contras: Nesta faixa etária o profissional está no auge da carreira, é altamente produtivo e desejado pelas empresas. Ficar fora deste mercado é perder tempo para a concorrência.
Dicas: Tente negociar dois meses de férias com a empresa para o curso de especialização ou de línguas no exterior. Se não for possível, utilize o mês de férias. É aconselhável já possuir conhecimentos no idioma estrangeiro em nível intermediário.
Depoimento: 'É uma experiência válida. Você conhece pessoas e tem um contato mais próximo com a língua. Eu faria de novo. Mas se a expectativa do profissional é promover o 'up' da carreira, é preciso saber que é preciso investir mais tempo - ao menos dois meses', diz gerente financeira Maria das Graças Dionísio, de 39 anos’.

60 anos ou mais
Prós: Ficar por até um mês em uma casa de família proporciona ao intercambista de qualquer idade o conhecimento de novas culturas. Para uma pessoa desta faixa etária, que gosta de conhecer a fundo o país que está visitando, quatro semanas são perfeitas. Sai mais barato e pessoas da família anfitriã podem dar dicas de bons passeios.
Contras: Nem sempre uma pessoa de idade se adapta facilmente a novas culturas.
Dicas: É aconselhável já possuir conhecimentos no idioma estrangeiro em nível intermediário.
Depoimento: 'Eu precisava melhorar meu inglês para traduzir os livros da área em que atuo e também minha participação em congressos. Manter contato com a língua inglesa 24 horas por dia durante trinta dias ajudou muito. Agora, consigo ir a congressos sem precisar de intérpretes', diz o médico Jorge Cateb Neto, de 72 anos, que estudou inglês em Toronto, no Canadá, há dois anos.

Para conferir a matéria na íntegra, clique aqui.
Fonte: Veja.com
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