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Muitas maneiras de falar “americano”


Washington – Quando você encontra americanos, você consegue 
identificar de qual parte do país eles são simplesmente por ouvi-los? Ou, se alguém lhe pedir para imitar um americano, você tentaria soar como se você fosse do Texas, do sul da Califórnia ou de algum outro lugar? Provavelmente seria um sotaque que você ouviu em um filme ou programa de TV e não o que você aprendeu na sala de aula.

O sotaque americano que a maioria dos falantes não nativos aprendem é apenas um entre muitos usados diariamente por todo Estados Unidos. Conhecido como “americano comum” (GenAm), é o mesmo sotaque que se ouve no noticiário, rádio nacional, filmes e outras mídias onde os oradores não querem chamar atenção para sua origem.

O GenAm tem suas origens na Pensilvânia, em Ohio e em outras áreas que compõem o “Cinturão da Ferrugem”, e acompanhou os colonos em direção ao oeste através do Centro-Oeste até a Califórnia e o Noroeste do Pacífico. O surgimento do rádio e da televisão no século 20 levou os meios de comunicação a investigar qual sotaque americano parecia o mais “neutro” ao público e, portanto, seria entendido pelo maior número de pessoas.

Embora a maioria dos americanos possa facilmente identificar um sotaque sulista ou da Nova Inglaterra, por exemplo, GenAm tornou-se o padrão nacional, apesar de os falantes nativos estarem confinados a uma pequena área do Centro-Oeste.

A maioria dos americanos cresce falando da mesma maneria que seus pais e vizinhos, mas às vezes eles adotam características de linguagem mais comuns para soar menos regional ou melhor educados. Por exemplo, como uma criança de forte origem do Meio-Atlântico, eu já pronunciei a capital dos EUA como “Warshington” e a cidade vizinha de Baltimore como “Bóudimer”. Meu avô, nascido na Virginia, também se esforçou para perder o sotaque sulista quando se mudou para Nova York, porque sotaques regionais muitas vezes atraem percepções sociais tendenciosas sobre a pessoa.

INGLÊS BRITÂNICO VERSUS AMERICANO


Mapa dos EUA mostrando onde o inglês americano comum é falado (M0tti)
Todos os americanos têm algum tipo de sotaque. Nativos de uma área relativamente pequena no Centro-Oeste estão mais próximos do padrão conhecido como “americano comum”.
Como os Estados Unidos, o Reino Unido tem sua própria diversidade de sotaques regionais, e adotou um padrão conhecido como “pronúncia recebida” (RP) que é ouvido na BBC e outras agências de notícias nacionais. Se você está aprendendo o inglês britânico, provavelmente está aprendendo o RP, que se difundiu a partir do sul da Inglaterra entre as elites nos séculos 18 e 19.

Uma notável diferença é o uso americano do “a” [bemol], assim a palavra “dance” não soa como “dâns”. Talvez a diferença mais facilmente identificada entre a RP e o GenAm é a pronúncia da letra “r” em algumas palavras, que foneticistas chamam de rotacismo. Por exemplo, um repórter americano vai pronunciar o r em “hard”, mas no noticiário britânico vai soar mais como “hahd”.




Alguns sotaques americanos, especialmente no Sul, Nova Inglaterra e Nova York, onde cidades portuárias mantiveram estreitos laços comerciais com a Inglaterra, juntaram-se aos seus colegas britânicos em deixar cair o som do r, mas americanos dos séculos 18 e 19 vivendo no território continental, muitos dos quais eram imigrantes da Escócia, Irlanda ou norte da Inglaterra onde o r é pronunciado, mantiveram o rotacismo no sotaque.

De fato, na época da Revolução Americana, a língua inglesa sendo falada em ambos os lados do Oceano Atlântico era o rótico. Apesar de muitos filmes que mostram colonos americanos falando com um moderno sotaque britânico, foi somente após a independência dos EUA que se tornou moda deixar de pronunciar o r em lugares como Massachusetts e Carolina so Sul.

O ator inglês Hugh Laurie, famoso por seu papel na série de TV House, descreveu os r’s e l’s americanos como “demônios gêmeos para qualquer um tentando fazer um sotaque americano”. Em uma entrevista de 2012 com o National Public Radio, ele disse que se aquece para o seu personagem praticando a palavra “really”. O sotaque de Laurie é tão bom que dizem que o produtor-executivo de House não sabia que ele era inglês quando fez o teste.

Além de ajudar a preservar o som do r, a fala americana também menteve várias palavras e expressões que não são mais usadas no Reino Unido. Por exemplo, os americanos continuam a usar “mad” para “angry” [bravo] e “fall” para “autumn” [outono].

Graças aos filmes, música, programas de TV e outras mídias americanas, os sotaques americanos estão se tornando mais comuns aos falantes não nativos do inglês. Alguns dos exemplos mais famosos de dilatetos regionais vieram de políticos dos EUA. Compare o sotaque da Nova Inglaterra do presidente John F. Kennedy com o estilo de falar sulista do presidente Bill Clinton, nascido no Arkansas. É claro que os dois homens, como a maioria dos americanos, devem ter crescido pensando que não tinham nenhum tipo de sotaque!


                                                                                                                Fonte: www.iipdigital.usembassy.gov
Equipe Cypress Intercâmbio Cultural =)

Saiba mais...

2 milhões de senhas para curso online de inglês


A Cypress teve a oportunidade de ajudar alguns brasileiros do programa Ciências sem Fronteira organizar suas acomodações em casa de família.

A acomodação em casa de família é uma ótima maneira de se inserir na cultura local, conhecer os costumes e ter uma rotina mais parecida com dos moradores locais. Mas claro que isso exige preparação, pois é uma família diferente, com outros hábitos e outras visões de mundo. Sempre tentamos ajudar neste processo oferecendo aos nossos alunos o nosso Treinamento Intercultural de Intercâmbio e nosso Portal Cypress Intercâmbio Cultural. Mas algo que com certeza ajuda o alunos se adaptar ainda mais rápido é a desenvoltura no idioma! Quanto mais exposição o aluno tiver antes de sua vinda melhor!

Pensando nisso, o governo lançou o programa Inglês sem Fronteiras, para ajudar os alunos melhorarem o idioma antes de realizarem o intercâmbio. Uma boa oportunidade de praticar o idioma e aquecer os ouvidos para a nova rotina! :)

Abaixo segue a reportagem completa do Jornal Estadão,com mais informações sobre o programa, datas e regras de uso.

Aproveite!
 

Reportagem:
Os estudantes de graduação e pós-graduação interessados em estudar inglês podem se inscrever na plataforma de ensino online do programa Inglês sem Fronteiras. O site entrou no ar nesta terça-feira, 5, e, na própria página, é possível preencher um formulário de inscrição. Nesta primeira etapa serão distribuídas 2 milhões de senhas de acesso.
As aulas são uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) com o objetivo desenvolver o nível de proficiência dos estudantes interessados em disputar uma bolsa do Ciência sem Fronteiras.

Podem concorrer estudantes de universidades públicas e particulares que tenham alcançado no mínimo 600 pontos no Enem, em alguma edição posterior a 2009. Assim que o perfil do inscrito for comprovado pela Capes, ele receberá a senha para acesso ao curso. Alguns estudantes já têm senha porque participaram da fase de testes do sistema.

O programa oferece diferentes tipos de apoio à aprendizagem do idioma inglês. O módulo online é elaborado pelo setor educacional da National Geographic Learning em parceria com a Cengage Learning.

O Inglês sem Fronteiras foi anunciado pelo ministro Aloizio Mercadante em dezembro do ano passado. Ele disse que a ideia é ampliar a oferta do curso de inglês pela internet aos estudantes do ensino médio e, posteriormente, incluir alunos do ensino fundamental. De acordo com o MEC, a meta é distribuir, ao todo, cerca de 5 milhões de senhas.

Segundo o MEC, a Mastertest, empresa credenciada no Brasil pela Educational Testing Service (ETS), fará a aplicação de 500 mil testes para verificar o nível de inglês dos alunos das universidades brasileiras. No Brasil, existem 250 mil testes prontos. Eles aguardam a finalização do sistema de inscrição para serem aplicados.

A partir do diagnóstico do nível de conhecimento do idioma, feito pela Mastertest, os alunos que alcançarem melhor resultado podem ser selecionados para cursos presenciais. Para auxiliar nesta etapa, o MEC prevê a vinda de 200 professores americanos de várias regiões dos Estados Unidos. A expectativa é que, em um primeiro momento, 20 mil alunos sejam atendidos.

A barreira do idioma é um dos motivos pelos quais os estudantes preferem Portugal a outros países. Conforme dados divulgados no fim de 2012, Portugal é o principal destino dos estudantes brasileiros de graduação bolsistas do Ciência sem Fronteiras. Do total de 12.193 alunos incluídos no programa, praticamente 20% optaram por cursar parte do ensino superior em uma instituição lusitana.

Fonte: Estadão
Cypress Intercâmbio Cultural

Taxback - Work & Study - Benefício para o estudante!

Hey there!

Começamos 2013 com uma grande novidade para nossos alunos! É com grande prazer que anunciamos que a Cypress oferece mais um serviço, em parceria com uma empresa multinacional, que atenderá alunos do programa de Estudo & Trabalho fora do Brasil.

Este serviço visa reembolsar o valor que o estudante pagou como impostos (impostos descontados em folha de pagamento) no período em que trabalhou fora do Brasil. Isso mesmo! Quem trabalhou fora do Brasil neste programa pode ter direito a receber parte do dinheiro de volta!

Quem se qualifica?

- Alunos que partiticapram do programa de Work & Study, mesmo que já tenham realizado seu programa até 3 anos atrás.

- O programa precisa ter sido realizado em um destes países: Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Alemanha, Gibraltar, Guérnsei, Holanda, Irlanda, Japão, Luxemburgo, Nova Zelândia, Noruega, Reino Unido, Estados Unidos.

- Mesmo alunos que não são clientes Cypress podem aplicar.
Como funciona? 

- O aluno entra em contato com a Cypress Intercâmbio Cultural.

- Informamos os dados do aluno para nosso parceiro, para realizarem a pesquisa.

- Caso o aluno tenha algo a receber, será transferido para a conta do aluno no Brasil.

- Será descontado uma taxa de até do valor total que o aluno tem a receber.

- Como exemplo, se o aluno tem que receber CAD$ 904 será descontado CAD$ 75.

- Se o aluno não tiver nada a receber, não terá que pagar nada pelo serviço. Pesquisa gratuita!

Interessado ou conhece algum amigo interessado? 
Consulte a Cypress e faça a sua pesquisa para saber se tem algo a receber!

Equipe Cypress Intercâmbio Cultural


 

Prepare-se melhor para o seu intercâmbio!


Olá amigos!

Hoje estamos trazendo para vocês informações sobre a nova ferramenta virtual que a Cypress Intercâmbio Cultural disponibiliza para os clientes inclusos nos programas de intercâmbio.
Portal Cypress

                          Pensando no conforto e segurança dos nossos clientes, a Cypress Intercâmbio Cultural lançou esta semana sua mais nova ferramenta virtual, chamada Portal Cypress. O website desenvolvido pelos profissionais que atuam juntamente à empresa, oferece o que há de melhor em dicas para quem está se preparando, realizando e ou voltando de um Intercâmbio Cultural.
                       Os clientes Cypress terão acesso a diversos artigos, vídeos, mapas, materiais exclusivos relacionados a intercâmbios e preparações para viagens, fotos e muito mais! Os estudantes poderão desfrutar de mais de 80 tópicos, todos direcionados à preparação dos estudantes para seus intercâmbios.
Para ter acesso a todo o conteúdo, basta acessar o link abaixo:

Brasil perde oportunidades por falta de domínio do inglês, diz especialista

Reportagem bem interessante sobre o domínio do idioma inglês no Brasil. Com a Copa do Mundo e as Olimpíadas, o domínio do idioma se faz ainda mais necessário. 

Veja reportagem abaixo:

Apesar de o número de pessoas estudando inglês no Brasil ter crescido, o domínio do idioma ainda deixa a desejar, segundo especialistas e pesquisas na área. "Várias oportunidades foram perdidas pelo Brasil por falta de profissionais com domínio do inglês", afirma Rone Costa, gerente de desenvolvimento da Cambridge ESOL Examinations no Brasil. "Eram empresas que tinham projetos no país, mas acabaram optando pela Costa Rica e Argentina para levar projetos para lá por falta de mão-de-obra qualificada." 

Em se tratando de fluência, o Brasil atualmente perde para cinco países da América Latina no índice mundial de proficiência em inglês feito pela Education First (EF). Entre 2007 e 2009, mais de 2 milhões de estudantes de inglês de 44 países foram avaliados, e os brasileiros ficaram na 31ª posição, no limite entre as categorias "proficiência baixa" e "proficiência muito baixa". O Brasil perdeu para Argentina, México, Costa Rica, Guatemala e El Salvador, além de Malásia e Arábia Saudita. 

O ensino de inglês no Brasil, porém, está em expansão: entre 2010 e 2011, o faturamento das 73 redes de escolas de idiomas, que já somam 6.215 unidades pelo país, cresceu 11% e chegou a R$ 3,1 bilhões, segundo levantamento da Associação Brasileira de Franquias (ABF). O número total é ainda maior, pois os dados excluem escolas que não funcionam como franquias de redes. 

A educação em geral vem ocupando cada vez mais espaço no orçamento das famílias. De acordo com a pesquisa do Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração (FIA), as intenções de gastos da classe C paulista com educação, no segundo trimestre deste ano, foi de 21,8% da renda familiar. A porcentagem superou todos os outros gastos, inclusive a alimentação. 

Fonte da imagem: http://goo.gl/Ad8DF 
Equipe Cypress Intercâmbio Cultural

Aumenta o número de crianças e adolescentes realizando intercâmbio

Fonte: http://goo.gl/wsQgL
O intercâmbio internacional, antes muito procurado por jovens após finalizarem o ensino médio ou universitários, cresceu consideravelmente no último ano também entre crianças e adolescentes, dos 7 aos 17 anos, que viajam a estudos nas férias ou optam por fazer um semestre dos estudos em outro país, cursado em outra língua, que também pode ser válido como seu ensino regular no Brasil.

Entre os facilitadores que permitem que os estudantes vivenciem um período de intercâmbio cultural em outro país está o aquecimento da economia interna e o entendimento dos pais de que, quanto mais cedo os jovens entrem em contato com outras culturas, mais rápido eles amadurecem e adquirem experiência determinante para se posicionar frente às diversas situações da vida e garantir um bom futuro profissional.


Equipe Cypress Intercâmbio Cultural

Perfil do intercâmbio muda de acordo com a idade do estudante

Olá Pessoal,


Reportagem do Jornal Hoje mostra um pouco do novo perfil dos estudantes que realizam intercâmbio fora do Brasil.

Nos últimos três anos, a procura dos cursos de línguas para pessoas entre 25 e 40 anos de idade cresceu 40%. “Tenho 29 anos e eu resolvi fazer o intercâmbio agora porque eu senti a necessidade do mercado de ter a fluência na língua inglesa. Eu já estudo inglês há algum tempo, mas acho que a fluência mesmo a gente só adquire morando no país onde a língua é falada”, declara Lucia Maria Rabello, analista contábil.


Veja a reportagem completa: reportagem completa

Equipe Cypress Intercâmbio Cultural

Novo website no ar :)

A Cypress Intercâmbio Cultural tá de cara nova ( www.cypressintercambio.com)

Hoje é dia de alegria e é com grande satisfação que eu anuncio o lançamento de nosso novo website. Ele foi feito feito pensando em você que é a razão principal da nossa existência e eu gostaria de lhe convidar para dar uma passada por lá e nos mandar um feedback.

Queria aproveitar a oportunidade para agradecer a todos que participaram do projeto, em especial ao consultor educacional RonaldoTerra que liderou esse processo e superou todas as expectativas.

Way to go team!

Paula Johnson  

Bolsas de estudo no Canadá (Parceria Brasil Canadá)


A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira (24) que o governo concederá 12 mil bolsas a brasileiros interessados em cursar graduação, doutorado e pós-doutorado no Canadá. O anúncio foi feito após reunião com o governador-geral do Canadá, David Johnston, no Palácio do Planalto.

As bolsas fazem parte do programa Ciência sem Fronteiras, do governo federal, de incentivo ao estudo no exterior. O objetivo do programa é conceder mais de 100 mil bolsas até 2014.

Veja a reportágem completa: Parceria Brasil Canadá 

Equipe Cypress Intercâmbio Cultural :)

Japan Best School Award 2012

Olá Pessoal,

Jornal japonês lista as 10 melhores escolas para cursos de idiomas, várias escolas canadenses na lista... Já estudou em alguma delas? Pretende ir?

Leia a notícia (artigo em inglês): http://thepienews.com/news/canada-shines-in-ryugaku-journal-ranking

Equipe Cypress Intercâmbio Cultural


Intercâmbio Cultural no Brasil?

Hello everyone!

Um projeto da embaixa americana dos Estados Unidos, chamado Jovens Embaixadores, permite que alunos brasileiros e americanos troquem experiêcias culturais e aprendam o idioma do outro país.

O interessante é que os brasileiros, além de realizarem o intercâmbio, também recebem os americanos no Brasil! Assim estes americanos podem conhecer melhor a cultura brasileira, aprender o idioma local e fazer novas amizades.Os intercâmbios são realizados em diversas cidades do Brasil, tais como: Manaus, Curitiba e Rio de Janeiro.


Equipe Cypress Intercâmbio Cultural

Intercâmbio é para todas as idades

Hoje em dia fazer um intercâmbio não é só para jovens. Apesar da média de idade dos clientes que procuram por intercâmbio geralmente variar entre 18 e 35 anos, nos últimos anos essa média cresceu.

O grande atrativo para as pessoas mais experientes não é somente o aprendizado de um idioma, mas um programa que irá enriquecê-los cultural e pessoalmente.O objetivo também é vivenciar novas experiências, fazer cursos de aprimoramento profissional, fazer amizades e se divertir.

Conheça na reportagem abaixo um pouco mais deste perfil de intercâmbistas.

Link para reportagem completa: Intercâmbio Cultural é para diversas idades

Equipe Cypress Intercâmbio Cultural


Canadá é eleito o país de maior reputação no mundo!


Olá pessoal!

Estamos passando para divulgar mais uma interessante notícia.Uma pesquisa realizada recentemente pelo Reputation Institute, envolvendo mais de 42 mil pessoas em 51 países, aponta o Canadá como o país com a melhor reputação do mundo seguido da Suécia, Austrália e Suíça. As características levadas em consideração foram a confiança, estima, admiração e boa impressão.

Os resultados mostram que a percepção de segurança e amabilidade das pessoas são atributos que realmente contam para uma boa reputação do país.

Esse relatório conclui que a reputação gera valor econômico, já que existe uma correlação direta entre esta e o desejo de visitar, estudar ou trabalhar no país.

Se estiver nos seus planos conhecer, estudar e viver uma experiência cultural nesses países, é só entrar em contato conosco!

O link para a matéria completa aqui: Veja a matéria.

Austrália vai flexibilizar exigências do visto para quem for fazer intercâmbio

Hello everyone!!!!


Temos ajudado muitos intercâmbistas conhecerem a Austrália, e só tivemos feedback possitivo, por isso ficamos animados com estas excelente novidade para aqueles que estão planejando em fazer intercâmbio para a Austrália.

O governo australiano anunciou planos de flexibilizar a concessão de vistos para estudo, com o intuito de aumentar a presença de estudantes de outros países.
As alterações estão previstas para entrar em vigor a partir do próximo ano e esta medida também afetará os vistos de trabalhos.
Lembrando que algumas cidades australianas estão classificadas como uma das melhores cidades para se viver no mundo, segundo o The Economist Intelligence Unit’s.
Se Austrália está nos seus planos fique atento a estas mudanças e conte conosco para ajudá-lo na realização deste sonho!


Link para a reportagem completa


Equipe Cypress Intercâmbio Cultural

Jornal Hoje: Intercambista conta a experiência de viver em Dublin

Olá Pessoal!

O Jornal Hoje exibiu uma reportagem sobre a experiência de seis meses na Irlanda de um dos colaboradores do quadro Intercambio.com. 

Além de falar sobre os destinos mais quentes e de mostrar as belezas e dicas sobre o que fazer neste lindo país, o mais interessante da matéria é o depoimento do estudante - a partir dos 3:20 - citando as dificuldades encontradas no país de destino, inerentes que acaba sendo uma importante dica aos que querem se lançar nesta aventura.




Se você já foi, concorda com a opinião do jovem? Vale a pena? Opine!



Mudanças no perfil do estudante - Parte 3

Olá pessoal!

Confira a última parte da tradução da reportagem da Study Travel Magazine, com participação da nossa diretora, Paula Johnson.

Outra tendência percebida mundo a afora é o aumento do patrocínio a alunos. Mais notáveis são os grandes números de estudantes sauditas e espanhois financiados parcial ou integralmente pelo BECAS ou pelo MEC. 'Em geral, o número de estudantes com auxílio integral em nossa escola cresceu significantemente, em particular provindos dos países do Oriente Médio', diz Kitaya, o qual também ressalta que as garantias do governo espanhol concedidas pelo MEC continuam a encorajar os espanhois para ir à Irlanda.

O patrocínio empresarial também tem se tornado mais relevante, e Romonko comenta que a IH Vancouver tem visto muito mais estudantes desembarcando com patrocínios públicos e/ou privados do que no passado. 'O maior [número] destes alunos é de sauditas, que recebem aporte integral para seus estudos, e coreanos, que recebem ajuda parcial do departamento de Recursos Humanos e Desenvolvimento da Coreia para programas de estudo e trabalho'. O aumento de auxílios privados também é percebido em Malta, de acordo com a Diretora da Inlingua Escola de Idiomas, Maryse Gatt, a qual afirma que 'as empresas estão encorajando e patrocinando seus empregados, desde que enxerguem retorno deste investimento na fluência do inglês'.

Comparados com os do início da década, os alunos de hoje, além de terem objetivos mais específicos, também procuram as melhores opções nos demais aspectos do programa. 'Dez anos atrás, o foco era sempre no programa em si, e os demais aspectos eram só detalhes', comenta Paula Johnson, diretora da Cypress Intercâmbio Cultural e Cypress Homestays, sediadas em Vancouver, Canadá. 'Acomodação, serviço de transfer do aeroporto, seguro e excursões de fins de semana não eram o foco da negociação, porém os alunos de agora estão mais exigentes e questionando mais sobre cada serviço que estão adquirindo, acredito'.

Os clientes atuais estão bem informados, e procuram maximizar o valor obtido com a experiência em cada detalhe. Por isso, 'é crescente a tendência rumo a serviços de maior qualidade', diz Fernandez. No mercado de adolescentes, ela ressalta que a supervisão contínua é agora um fator decisivo para os pais, ao passo que estes também dão importância a presença de atividades atraentes e apropriadas à faixa etária no pacote. 'Há uma percepção de valor na oferta de um ensino que seja alegre e variado, claramente diferenciado da prática escolar tradicional, e que reflita mais precisamente a rotina do local onde o curso é oferecido'.

O padrão dos equipamentos nas escolas também mudou para acompanhar os avanços tecnológicos. Como ressalta Brian Bownlee da Escola de Inglês Anglo-Europeia em Bournemouth, no Reino Unido: 'há dez anos, lousas interativas não estavam presentes em boa parte das escolas de idiomas. Hoje em dia, a maioria das instituições decentes tem ao menos algumas de suas salas de aula com este equipamento'. Além disso, a disponibilidade de sinal de internet sem fio é 'uma obrigação', segundo Quinn. Blake concorda que 'novas tecnologias têm causado impacto nas técnicas de ensino, e nós temos abraçado-as – elas têm dado aos instrutores mais opções e aos alunos mais escolha. Entretanto, estes avanços tendem a um efeito incremental constante, não constituem uma revolução'.

Talvez a maior transformação esteja na importância que os alunos agora dão à acomodação. Para muitos, este aspecto da experiência agora tem o mesmo peso que a escolha da escola, programa e cidade, de acordo com Johnson. 'Hoje em dia, se uma agência ou escola não oferece uma boa alternativa para a acomodação, eles podem não comprar o programa', observa.

'Na década passada', diz Fernandez, 'a ênfase era em homestay (casa de família). Hoje em dia, somos mais requisitados por moradias premium, em faculdades ou campus'. Esta tendência tem levado muitas escolas de idiomas, que anteriormente só ofereciam homestays para a acomodação, a expandirem sua oferta neste sentido. Já a Cypress optou por abrir o seu próprio departamento de acomodação, visando oferecer um serviço personalizado com mais opções, aberto a clientes, escolas e colegas consultores, ressalta Johnson.

Os clientes também estão questionando sobre outros pontos na opção de acomodação – como exemplo, a proximidade com a escola agora se tornou um ponto importante no mercado de adolescentes, de acordo com Fernandez. Ao passo que os alunos se tornam mais exigentes, os padrões de acomodação evoluíram na última década, como afirma Epbinder. Ainda assim, a capacidade de arcar com a moradia ainda é um fator chave, como aponta Brownlee, ao notar que muitos alunos optam por casas de família, por não estarem dispostos a gastar mais com os custos característicos das demais opções.

Não apenas os alunos buscam padrões mais elevados na acomodação e na qualidade do curso, como também estão exigindo mais valor, com progressos mais evidentes em menores períodos de tempo. 'O que está claro', diz Parilla, 'é que as pessoas têm cada vez menos tempo, e que precisam de programas mais condensados e intensivos'.

Parte 1 - Parte 2


Mudanças no perfil do estudante - Parte 2

Olá pessoal!

Confira a segunda parte da tradução da reportagem da Study Travel Magazine sobre a mudança no perfil típico do aluno de intercâmbio!

“O setor também viu uma maior procura por escolas de línguas em outros lugares, o que refletiu numa maior demanda por programas preparatórios para exames. De acordo com Edwards, a procura pelo preparatório para IELTS tem aumentado. Semelhantemente, no Reino Unido, Blake adiciona: ‘com mais pessoas indo estudar numa universidade britânica, nós notamos um crescimento na demanda por cursos de inglês acadêmico e preparatórios para universidades’.

Enquanto isso, na Austrália, Simon Craft, Diretor do Inforum Education Australia, comenta que tanto os programas para IELTS quanto o EAP – English for Academic Purposes (Inglês com finalidade acadêmica) são cada vez mais populares. De acordo com Craft, ‘uma das maiores mudanças, especialmente na última década, foi no número de estudantes buscando usar o estudo como um atalho para imigração, ou, pelo menos, para outros cursos no país’. ‘Quanto eu comecei a trabalhar em Queensland, o conceito de ‘programa atalho’, indo de um ELICOS para escolas de formação profissional e/ou universidades, era desconhecido no setor, pelo menos na Austrália. Contudo, com o passar do tempo, estes programas agora se tornaram componentes importantes para faculdades que querem atrair potenciais alunos’.

Entrementes, os consultores de intercâmbio sustentam a visão de que os estudantes estão buscando aprendizagem direcionada. O consultor paquistanês, Abdul Wahid Abbasi, da APSC – Academy of Professional Studies & Counseling, destaca que ‘as mudanças são no sentido da preferência por idioma para negócios e acadêmico a idioma genérico’. Ao mesmo tempo, Victoria Jaramillo na EduTravel de Bogotá, Colômbia, comenta que a demanda por profissionais bilíngues em uma gama de profissões está estimulando a procura por cursos naquele país. Edina Crunfli, da Intercultural Cursos no Exterior no Brasil concorda que ‘a necessidade do domínio de outro idioma hoje em dia está cada vez mais pautada por necessidades profissionais’.

Entre os consultores de intercâmbio, há também a percepção de que os clientes estão muito mais interessados em combinar os estudos de idioma com trabalho remunerado. ‘Ainda que exista um mercado para inglês genérico e colegial para alunos que não precisam trabalhar, a maioria dos alunos pergunta sobre esta possibilidade’, comenta Jaramillo. ‘No nosso caso, eu diria que 70 por cento dos alunos pedem por programas que incluam uma possibilidade de emprego’.

Enquanto o mercado de adultos está ficando mais especializado, o mercado de adolescentes, caracterizado principalmente por cursos de férias de verão, tem registrado uma diminuição na média da idade dos alunos, ao passo que os pais têm matriculado seus filhos cada vez mais jovens. De acordo com Ana Fernandez, da escola de alemão IP International Projects, a instituição dela tem recebido um número crescente de aplicações de crianças de até seis anos de idade.

Outro aspecto importante da nova demanda diz respeito ao estudo, e, na Europa, iniciativas como os programas Erasmus e Leonardo da Vinci têm contribuído para a circulação de estudantes e para o crescimento do conhecimento de línguas, como aponta Parilla. Claramente, os altos e baixos financeiros dos países emissores têm seu impacto. Não à toa, o crescimento econômico no Brasil, Rússia e Ucrânia tem causado, destaca Epbinder, um aumento de matrículas de alunos oriundos destes países. O aparecimento de novos mercados no Oriente Médio também tem criado oportunidades para os recrutadores.

Emissões de visto também são parte deste retrato, e podem ter impacto substancial na capacidade de recrutamento de uma escola em certos mercados. Como exemplo, ‘cumprir com as exigências do visto irlandês tem sido muito mais desafiador do que no Reino Unido, o que resulta na maior concentração de certas nacionalidades em determinadas épocas’, comenta Kitaya. Entretanto, estas tendências são características de alguns mercados, e não são tão direcionadas pelas preferências dos estudantes quanto pelas políticas governamentais.” (continua)

(Parte 1)

Mudanças no perfil do estudante – Parte 1

Olá Pessoal!

“A edição de junho da revista Student Travel Magazine publicou um artigo sobre como o perfil do ‘típico’ aluno de intercâmbio mudou na última década, após consultar profissionais do setor em diversos países, incluindo nossa diretora Paula Johnson. Confira a tradução da reportagem nesta série de três posts, e saiba mais sobre o mercado de intercâmbio cultural!

Study Travel Magazine – junho de 2011 - À medida que as aspirações dos estudantes estão mais direcionadas, a oferta de cursos tem se tornado mais especializada para atender a demanda. Jane Vernon Smith apurou como o perfil do ‘típico’ estudante de idiomas se alterou nos últimos anos.

A década passada presenciou muitas mudanças em nosso setor, e não foram poucas as causadas por o que os estudantes buscam na sua experiência de intercâmbio. ‘Dez anos atrás,’ observa Jeff Romonko, diretor de Estudos na International House (IH) em Vancouver, Canadá, ‘a maioria dos nossos alunos cursavam General English ou preparatório para testes, e ficavam na escola por seis meses, em média. Agora,’ continua ‘eles vêm com objetivos muito mais específicos. Como exemplo, vemos matrículas mais complexas, como General English mais Tesol, Inglês para Hotelaria com um estágio, ou um University Foundation Programme com aceitação conjunta de uma instituição parceira.’

Os educadores também perceberam que as metas de seus clientes estão mais focadas, mas que, ao mesmo tempo, eles também estão cada vez menos dispostos a ficar longos períodos adquirindo as habilidades que precisam. De acordo com Timothy Blake, Diretor da London School of English, no Reino Unido, ‘As pessoas tendem a ser mais focadas em resultados do que antes, e muitos vêm para períodos mais curtos. Portanto, os cursos devem ser mais práticos do que nunca,’ comenta. ‘Estão em busca de valor, então precisam sentir que cada minuto faz valer o investimento. Do mesmo modo, como em diversos aspectos na vida, as expectativas e exigências estão mais elevadas.’

Como resultado, vemos o foco se voltar a estudos que são tanto mais práticos, quando mais direcionados aos seus objetivos profissionais. ‘Há um movimento em direção a uma experiência linguística real, no lugar de apenas estudar o idioma,’ diz Kim Edwards, Diretora da australiana SEA Academy. ‘Os alunos querem um aprendizado voltado às suas metas de carreira, e querer extrair o máximo de sua experiência de estudo no exterior.’

‘Acho que, mais do que nunca, as pessoas precisam do Inglês para se firmar num emprego/conseguir um emprego/promoção, então ele é vital para suas carreiras,’ comenta Jonathan Quinn, Diretor de Marketing do Centro de Estudos de Inglês (CES) em Dublin, Irlanda. Como reflexo, outra irlandesa, a Atlantic Language Galway, tem observado um crescimento da popularidade dos cursos preparatórios para Business Ielts e a porta-voz Masa Kitaya ressalta ainda que ‘agora oferecemos cursos integrais preparatórios para Ielts e Business English (incluindo o exame Bulats) para atender as necessidades [dos estudantes].’

Não só as escolas de inglês testemunharam um distanciamento dos cursos genéricos. Na Espanha, Frederic Parilla, da Clic IH, ressalta que ‘as pessoas tentam aprender os aspectos mais práticos da língua e há maior interesse em negócios, medicina, etc, do que em literatura. Resumindo, o aprendizado de um idioma está perdendo um pouco do seu romantismo,’ completa.

Uma tendência similar é observada na Alemanha, de acordo com Rainer Epbinder da rede de escolhas Goethe Institut, que diz que ‘os participantes precisam aprender alemão, pois querem estudar em uma Universidade local, ou porque precisam do idioma em suas profissões em seus países’. Ele destaca ainda ‘um notável crescimento’ no número de pessoas, já residentes na Alemanha, que precisam aprimorar a linguagem para seus empregos no país. ‘Por esta razão criamos novos cursos, [como] o Alemão para Profissionais da Saúde, Profissionais do Direito e Alemão de Negócios.’”

Ir para a Parte 2

Autorização para viagem de menores ao exterior fica mais simples

Na última terça-feira, 14 de junho, o Jornal Nacional exibiu uma reportagem sobre as novas regras para o embarque de menores de 18 anos para o exterior. Confira.

"Ficou muito mais simples autorizar a viagem ao exterior de menores de idade desacompanhados ou acompanhados por apenas um dos responsáveis." É o que afirma a reportagem exibida pelo Jornal Nacional no último dia 14 de junho sobre a nova resolução da justiça que padroniza e simplifica o trâmite necessário para embarque de crianças e adolescentes em viagens internacionais.

A principal mudança diz respeito ao reconhecimento da autorização, que agora pode ser por semelhança, na qual o responsável não precisa mais estar presente no cartório no momento da assinatura. A outra novidade é em relação à validade da assinatura: agora é de até dois anos.

Confira a reportagem na íntegra, clicando aqui.

Equipe Cypress Intercâmbio Cultural



Dados sobre Intercâmbio Cultural

Inspirado na proposta do blog ToBeGuarany, com dados sobre a Internet no Brasil, este busca concatenar dados sobre Intercâmbio Cultural no país, ajudando você a compreender melhor o universo desta atividade que cresce a cada ano. À medida que novas informações forem encontradas, serão adicionadas ao texto e você também pode nos ajudar a mantê-lo atualizado interagindo conosco pelo Facebook, Twitter e Orkut. (Última atualização: 19/5/2011)



Destinos mais procurados:
Canadá, Estados Unidos, Austrália, Espanha e Argentina[1]

Programas:
Mais oferecidos[2]
Menos oferecidos[3]

Número de intercambistas brasileiros[4]:
2004: 42 mil
2005: 54 mil
2006: 71 mil
2007: 85 mil
2008: 120 mil
2009: 140 mil
2010: 160 mil
2011*: aprox. 200 mil

O Brasil no ranking dos maiores exportadores de estudantes:
2010: 7° lugar[5]
2011*: 3° lugar[6]

Feiras:
Salão do Estudante[7]
Semestral e itinerante
Próxima edição: 10 e 11/set (São Paulo), 13/set (Belo Horizonte), 15/set (Rio de Janeiro), 17/set (Curitiba), 19/set (Salvador), 21/set (Recife)

ExpoBelta[8]
Anual e itinerante
Próxima edição: ainda não divulgada

EXPO Estude no Exterior[9]
Semestral e itinerante
Próxima edição: setembro/11

Câmbio: Conversor de Moedas do Yahoo!

Legenda e fontes:
* - Estimativa
¹ – Portal R7
² - Base: Associadas Belta com referência na revista ei! de 2011
³ - Base: Associadas Belta com referência na revista ei! de 2011
4 - Belta, para Veja São Paulo
5 - ALTO, para Veja São Paulo
6 - Maura Leão, para Veja São Paulo
7 – Página do evento
8 - Página do evento
9 - Página do evento
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